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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

5 Livros que Eu Quero Comprar Urgente


Esse mundo dos livros é uma caixinha de infinitas surpresas, e, por mais livros que se tenha, sempre se está atrás de um volume novo, uma nova aventura.
Eu, tenho uma série de livros que quero adquirir logo, meu marido ficaria louco comigo se eu conseguisse comprar todos, porque, provavelmente, não teria mais lugar para nós dois em casa!
Enfim, esse post é sobre os 5 livros que preciso para ontem.

1° Perfeitos 


Eu li a poucos dias Feios, e para falar a verdade comprei o livro porque achei em um sebo barato e muito conservado  mas achava que a história não seria lá grande coisa e ainda bem que eu estava enganada!
Feios é fascinante, eu não conseguia parar de ler nem um minuto e o fim é de acabar com os nervos de uma pessoa, então quero Perfeitos urgente!

2° As Vantagens de Ser Invisível



Já vi muitas resenhas sobre esse livro, o filme está para sair e ver o trailer do filme só me deixou mais louca ainda para ler o livro.
Eu simplesmente preciso desse livro...
Vou deixar o trailer para quem, como eu ainda não leu o livro ficar com água na boca!


3° A Vida de Pi


Descobri esse livro através de um vídeo da Mariana Gastal e fiquei muito curiosa pela história que parece ser fascinante, algo de profunda amizade.
O filme também está para sair, vejam o trailer, a fotografia desse filme parece ser espetacular! 


4° O Curioso Caso de Benjamin Button


Eu assisti a esse filme a pouco tempo e estou muito ansiosa para ler o livro que se já for metade do que o filme é, deve ser fascinante!
Apesar que o livro é em quadrinhos, mas estou muito curiosa para ler.


5° A Bússola de Ouro



Esse livro é altamente indicado, dizem que a história é ótima, mas o filme todo mundo fala que é péssimo, eu já assisti o filme e não achei o pior filme que eu poderia ter assistido, então se eu já não detestei o filme, provavelmente vou amar o livro.




terça-feira, 6 de novembro de 2012

Um Amor Para Recordar 


O ano é 1959, em uma cidade pequena e a história nos e contada por Landon, um garoto de 17 anos que é considerado na cidade o bad boy, apesar de que se fizesse hoje o que fazia naquela época, certamente seria apenas um garoto comum.
Landon conhece Jamie, a filha do pastor, desde sempre.
Jamie é uma garota diferente das demais, ela é órfã de mãe e muito religiosa, alguém assustadoramente boa.
O romance entre eles é inocente, quase infantil, fiquei surpresa com esse amor tão puro e em como ela é retratada como uma garota inocente diante de tudo o que vive.
Eu fiquei extasiada com essa história, como é que uma história tão pequena pode mexer tanto com a gente?
Nicholas Sparks tem uma sensibilidade sem igual, esse livro me fez em pedaços e tive uma vontade louca de dar uns tapas no autor ao mesmo tempo que fiquei agradecida por ele relatar uma história tão tocante quanto essa.
Capa: Essa capa é perfeita! A garota é exatamente o que imaginava para Jamie na capa ela está sendo reconfortada por Landon, a expressão dela já diz tudo.
Livro X Filme: Confesso que assisti ao filme antes de conhecer o livro e ambos me emocionaram, mesmo o filme tendo situações diferentes do livro. No filme o romance deles é algo que nos trás mais próximos da realidade, mesmo sendo tão puro quanto no livro.No livro há mais religiosidade, mais pureza, talvez isso relatado fielmente em um filme deixaria as pessoas incomodadas, como a maior parte fica quando vê algo que se trata de religião.
Minha nota para esse livro é 10, é um livro emocionante e cativante e uma história de amor inigualável.
Acompanhem o trailer do filme


segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Hoje é a última parte do conto, espero que tenham gostado!

...


A garota foi para junto dele e aninhou-se em seu colo, queria que ele nunca tivesse dito aquelas palavras, que ele fosse incapaz de deixá-la, mas sabia que isso era uma ilusão sua.
_Catarina, eu me lembro de tudo agora, não deveria ter me esquecido, mas a minha queda foi abrupta e isso me afetou mais do que achei que fosse possível.
_Então você é...
_Sim, eu sou um anjo.
Ela sentiu as lágrimas rolarem por seu rosto incansavelmente e de forma dolorosa.
_Estávamos no céu e houve uma revolta de anjos, precisamos lutar uns contra os outros e em meio a essa luta eu caí e vim parar aqui.
_E você vai ter que voltar para lá?
_Sim – a voz dele era grave.
_Por quê?
_Meu lugar não é aqui, Catarina, eu não sou um ser como você, não posso ficar aqui.
_E eu? Como é que eu fico sem você?
Ele olhou-a penalizado e tão ferido quanto ela, mas sabia o que tinha que fazer, ele nunca poderia ficar com ela, isso estava além das suas capacidades.
_Me beije – pediu ele apenas.
O beijo foi intenso e doloroso, a garota sabia que nunca mais sentiria algo assim e que nada seria capaz de curar a ferida que ele deixara nela.
Quando o beijo acabou ele olhou-a no fundo dos olhos e beijou sua testa.
_Você não vai se lembrar de mim, meu amor, eu nunca poderia ir e deixar você ferida desse jeito, basta que eu saiba que você passou pela minha existência.
_Não! Você não pode fazer isso...
_Eu sinto muito.
Ele levantou-se e foi para a chuva seguido por ela.
As asas dele eram tão brancas e puras quanto as asas de Gadiel e ele também era tão rápido quanto ela.
Catarina chorou até cair em sono profundo, ali mesmo no sofá, acordou somente quando seu pai entrou pela porta.
Ao despertar ele havia sumido não só de sua vida, mas de seus pensamentos também, como se nunca tivesse existido.
...
A garota seguiu sua vida como tinha que ser, mas por vezes acordava assustada por ter sonhado com um amor tão real que sequer parecia um sonho e quando isso acontecia ela podia sentir um cheiro doce em seu quarto, como se alguém estivesse ali velando seu sono e tivesse partido a poucos minutos. 
 


domingo, 4 de novembro de 2012

...


Ele sentou-se no sofá e ela aninhou-se nele feliz por telo ali ao seu lado.
_Catarina, eu não sei se estou fazendo o que é certo, eu não quero te machucar.
_Você se arrependeu do que me disse ontem – disse ela destroçada diante dessa possibilidade.
_Não, de forma nenhuma, mas eu não sei quem sou, como posso fazer você se apegar a mim?
_Há coisas que não precisam de explicação, Miguel.
Ela olhou pela janela vendo o céu escuro e a chuva que caía implacavelmente.
Repentinamente uma luz caiu do céu, uma luz igual a que trouxe Miguel para sua vida e ela sabia com a força de sua alma que seu tempo com ele tinha acabado.
A luz caiu mais perto da casa do que anteriormente e ela prendeu a respiração rezando para que tivesse tido uma alucinação e não visto o que vira.
_Você viu aquela luz? – perguntou Miguel.
_Sim, eu vi.
Pouco depois alguém bateu á porta.
Catarina temeu o que podia ser, mas preferiu ir atender.
O que ela viu diante de si confirmou todos os seus temores, ali estava uma garota muito parecida com Miguel, tinha longos cabelos negros que estavam muito molhados e feições suaves, quase perfeitas. Vestia um vestido puído e encharcado.
Sem aviso algum a garota entrou na casa e Catarina pode ver o olhar de surpresa de Miguel, como se ele se lembrasse de quem ela era e a expressão ficou séria e impenetrável, as lembranças tinham voltado.
_Então aí está você, Uriel – a moça disse com uma voz de sinos.
_Gadiel? O que você faz aqui?
_Vim te buscar.
Catarina ficou parada junto á porta como uma estátua sentindo que sua felicidade se esvaia e que ela era incapaz de segurá-la, era como tentar prender água em sua mãos.
Miguel olhou-a com dor nos olhos, ele também perdera sua felicidade.
_Eu não vou agora, não até deixar as coisas claras por aqui.
_Mas precisamos de você, precisamos de você lá em cima.
_Eu já disse que vou, mas me dê algum tempo.
_Tudo bem, mas não demore.
A garota saiu da casa tão abruptamente quanto entrara, foi para a chuva e deu a Catarina a visão mais maravilhosa que já tivera em toda a sua existência.
Das costas da garota brotaram asas longas e brancas e com um impulso ela alçou vôo ao céu desaparecendo em questão se segundos.
Catarina olhou para Miguel desolada.
_Você é como ela? – perguntou já sabendo a resposta.
_Sim.

sábado, 3 de novembro de 2012


...






_Eu estou com medo – disse ele tão baixo que ela quase não ouviu.
_Medo? Por quê?
_Tenho medo do que estou sentindo e medo de não gostar de descobrir quem eu sou na verdade.
A garota sabia do que ele estava falando, seus medos também eram esses.
Ele olhou-a intensamente nos olhos por alguns segundos, mas foi o suficiente para deixar a garota sem ar.
Sem qualquer aviso ele foi aproximando-se cada vez mais dela e quando seus lábios a tocaram ela soube que ele não era um ser comum, humano nenhum seria capaz de ser tão suave e intenso ao mesmo tempo em um beijo, mas ela rendeu-se a seus sentimentos e apenas beijou-o com toda a energia de seu ser.
Quando eles separaram-se ele sorriu para ela afetuosamente e pegou sua mão beijando os nós de seus dedos.
_Eu não sei quem sou, nem de onde venho, mas eu sei o que estou sentindo por você. Eu te amo, Catarina.
_Eu também te amo – disse ela num sussurro.
Beijaram-se longamente e por várias vezes até que ela, contra a própria vontade disse que precisava ir dormir e eles separaram-se.
Como a vida era uma surpresa sem fim, como é que ela poderia dizer a alguém que ela conhecia a apenas um dia que sentia por ele um amor tão profundo quanto era possível? Catarina sempre acreditou que para sentir algo daquela magnitude era preciso muito tempo de convivência e certas características como as que todo mundo dizia, tinha que ser uma ideal de pessoa pré-concebido, mas agora ela sabia que estava errada, que sempre estivera errada.
Para amar alguém era preciso somente estar diante do amor de sua vida e o sentimento nasceria com a rapidez de uma erva daninha.
Mesmo no auge de seus 17 anos ela sabia que nunca, mesmo em toda uma existência ela sentiria aquilo por qualquer outra pessoa.
Sua mente enveredou por sonhos que estavam entre a felicidade de estar com Miguel e o desespero do que a curandeira lhe falara.
A manhã seguinte amanheceu com chuva, uma chuva torrencial com raios e trovões reverberando por toda parte.
Catarina acordou bem cedo, a tempo de fazer o café de seu pai, mas, assim que abriu os olhos viu, próximo ao seu rosto um orquídea cor de rosa com gotas da chuva, e um sorriso inundou seu rosto imediatamente.
Ela arrumou-se e saiu de seu quarto com a flor em mãos e encontrou a mesa posta e Miguel sentado á porta fazendo carinho em Fiona.
Antes que ela dissesse qualquer coisa a porta do quarto de Paulo abriu-se e ele surgiu terminando de abotoar a camisa.
_Bom dia, Miguel, bom dia, filha.
Eles tomaram o café em silêncio e pouco depois Paulo saiu empolgado para suas pesquisas deixando Miguel e Catarina sozinhos.
_Como você entrou no meu quarto? – quis saber ela.
_É um segredo!
_Obrigada pela flor.
_Deixei-a perto de você para que ela visse como você é mais bela do que ela.
Mais uma vez ele não comeu nada no café, mas ela afastou tais pensamentos, não queria pensar em tais coisas naquele momento.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

...


Quando o sol começou a querer esconder-se seu pai chegou em casa e parecia exausto.
_Nossa, hoje cataloguei vinte espécies de pássaros, foi um grande dia!E por aqui, foi tudo bem? – ele olhou direto para Catarina.
_Sim, pai, foi tudo bem.
Ela contou ao pai o que houvera na travessia do rio e ele pareceu muito mais confiante e agradecido a Miguel do que na noite anterior.
Quando a noite caiu de vez eles começaram a ouvir as cantigas da festa.
Catarina arrumou-se com mais cuidado que o comum, usou um vestido florido que lhe acentuava bem as curvas e deixou seus cabelos soltos.
Miguel olhou-a com calma quando ela saiu do quarto e tal atitude deixou-a imediatamente corada, com seu coração querendo sair pela boca.
O povo da aldeia tinha feito uma grande fogueira e preparado quitutes.
A música era inebriante e todos dançavam em volta da fogueira.
Seu pai foi imediatamente falar com o chefe do lugar, eles já haviam se tornado amigos e Paulo parecia ter sempre algo vital a falar para ele.
Catarina, porém sentou-se em um lugar afastado da fogueira para observar o povo dançando, não era muito habilidosa em dançar.
Miguel, porém, foi direto para o meio da roda de dança e começou a dançar feliz com todos ali.
A garota ficou observando de longe eles se movimentarem ao redor do fogo, ficou tão distraída que não notou quando uma velha índia sentou ao seu lado.
_Vejo que você está apaixonada – disse ela num sussurro que somente Catarina ouviu.
Ela olhou assustada para a senhora, como ela podia saber de algo assim? A senhora tinha olhos sábios, Catarina sabia quem ela era, chamavam-na de curandeira, aquela que tinha o dom da cura e muitos vinha a sua procura por dizerem que ela tinha dons especiais.
Catarina, fora criada para não acreditar em tais coisas, pelo menos te aquele momento.
_Como a senhora sabe?
_ Bem , eu não precisava ser quem sou para saber disso, já que está claro como água da fonte. Mas, sou capaz de saber também que isso vai lhe trazer muita dor, ele não é um ser como nós e ele não ficará aqui por muito tempo, aproveite enquanto é tempo, minha filha.
_Como assim?
_Você vai descobrir, minha filha.
Ela queria perguntar mais para a velha senhora, queria descobrir mais sobre aquela história, mas não teve tempo. Miguel veio da roda de dança e puxou-a para que fosse dançar também e a garota simplesmente não foi capaz de resistir ao sorriso convidativo dele.
Dançaram todo o tempo que a festa durou incansavelmente.
Paulo tinha voltado para casa mais antes deles, estava cansado e tinha que acordar cedo no dia seguinte.
Catarina havia se esquecido completamente de tudo o que ouvira da curandeira, estava tão feliz que nada mais lhe importava e no caminho de volta para a casa Miguel delicadamente entrelaçou seus dedos nos dela fazendo o coração da garota disparar loucamente.
Ao chegarem á casa, sentaram-se na entrada.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Ao conto mais uma vez!

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Quando já estava quase perdendo a consciência sentiu dois braços enlaçarem em volta dela e puxá-la para cima, até que pôde sentir a lufada de ar entrar novamente em seus pulmões.
Ela foi conduzida de volta a canoa e o canoeiro puxou-a para dentro enquanto seu salvador entrava sozinho na embarcação.
_Você está bem? – perguntou Miguel preocupado e pingando água.
_Estou, estou bem sim – respondeu ela com a voz esganiçada pelo susto.
Logo estavam de volta á beira do rio com suas sacolas, exatamente na mesma hora que a chuva começava a cair.
_Obrigada por você ter me salvado, eu não sei o que seria de mim se você não estivesse lá.
_Não precisa agradecer, foi você quem me salvou primeiro – ele sorriu afetuosamente para ela e a garota sentiu suas pernas tremerem.
Fizeram o caminho de volta para casa debaixo da chuva sem se incomodar, afinal já estavam molhados de qualquer forma.
_Espere, eu vou pegar roupas secas para você – disse ela assim que chegaram a casa.
Miguel começou a tirar suas roupas sem qualquer pudor e Catarina foi pegar roupas secas tentando ignorar o fato de ele estar nu novamente.
De costas para ele ela deixou as roupas e uma toalha sobre o sofá e foi até seu quarto trocar de roupas também, já que estava ensopada e enregelada pelas gotas frias da chuva.
Quando voltou até a sala Miguel estava terminando de vestir-se, estava de caças, mas ainda não colocara a camisa e estava de costas para ela.
Catarina viu nas costas dele dois sinais, pareciam cicatrizes, mas não pareciam vir de um ferimento, já que eram perfeitamente retas e simétricas exatamente no meio das costas.
Aquela história a cada minuto parecia mais maluca, de onde ele tinha vindo? Será que ele era um ser de outro planeta? Não, não podia ser, ele era gentil e muito bonito, alguém de outro planeta não deveria ser verde e com dedos cumpridos? Ela sabia que ele era um humano perfeito com tudo o que um humano comum tem.
Algum mistério ele tinha e disso ela não tinha qualquer dúvida.